Mensagem do Presidente


Coerente com as decisões que vem tomando, visando auxiliar no controle da inflação, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), manteve, em sua reunião de outubro, a taxa básica de juros em 6,5% ao ano. Mais do que um indicativo de que a tendência é a manutenção da Taxa Selic neste mesmo patamar nos próximos meses, a decisão é um sinal para que o próximo governo possa ter mais condições de fazer a série de reformas que o Brasil necessita, como, por exemplo, a da Previdência, a Tributária, entre outras, além, é claro, da redução da máquina e dos gastos públicos. A agenda de retomada de crescimento do país deve obrigatoriamente incluir outras importantes áreas, como segurança, saúde, educação e infraestrutura, cujas melhorias são fundamentais para o desenvolvimento. No tocante ao varejo, comércio e serviços, é preciso facilitar o acesso ao crédito aos micro e pequenos empresários, com incentivo ao empreendedorismo, redução da burocracia para abertura e funcionamento de empresas, com estímulo à capacitação e à qualificação profissional. O momento é de união, bom senso, entendimento e muito trabalho, pois os desafios são enormes para que a economia do país volte a crescer com mais vigor, beneficiando toda a sociedade.