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38% dos empregados podem se demitir caso acabe o trabalho remoto

A empresa Robert Half, empresa global de recursos humanos, lançou nesta sexta-feira (15) o seu Guia Salarial 2022 para o Brasil, no qual traz uma série de projeções sobre o mercado de trabalho do país. Entre os dados mais relevantes da pesquisa está o fato que quase quatro em cada dez (38%) profissionais procurariam um novo emprego caso sua empresa não permitisse mais o trabalho remoto.

A pesquisa aponta que 76% dos trabalhadores não veem o trabalho remoto como um benefício concedido pela empresa, e sim como uma forma de trabalho.  Além disso, 63% querem trabalhar mais vezes em casa do que no escritório, o que aponta uma tendência geral para um tipo de trabalho mais híbrido. Outra descoberta interessante é que nove em cada dez profissionais trabalhariam de forma 100% remota para uma empresa situada em outro estado ou país.

Diante desses dados, é possível concluir que o home office realmente veio para ficar e será um diferencial na retenção de bons profissionais. Caso ele note que as empresas concorrentes permitem o home office aos trabalhadores durante boa parte da semana e a sua não permita que ele trabalhe de casa nem ao menos um dia, ficará difícil retê-lo caso receba uma proposta de trabalho de outra companhia se os demais benefícios forem parecidos.

Desafios na retenção e atração de talentos

O Guia da Robert Half ainda destaca que sete em cada dez executivos acreditam que em 2022 será ainda mais desafiador recrutar bons profissionais do que nos anos anteriores. Além disso, metade prevê perder parte dos seus melhores talentos no ano que vem.

No entanto, a pesquisa revela que existem algumas ações a serem adotadas por empregadores para atrair e reter empregados. Por exemplo, 83% dos profissionais afirmam que a empresa possuir uma agenda ESG é um fator importante na hora de aceitar – ou não – uma oferta de trabalho. Metade dos profissionais dizem ainda que não trocam de emprego porque a empresa atual olha para as práticas ESG, e isso os motiva a ficar na companhia

Para além do ESG, outros fatores que são relevantes para retenção dos profissionais são: manter comunicação regular entre líderes e colaboradores (87%); contratar pessoas para projetos específicos, a fim de diminuir a carga de trabalho das equipes (66%); flexibilidade de horário (49%); benefícios de saúde e bem-estar (46%); e apoio a trabalhadores com filhos (31%).

 

Fonte:  Whow! Empreendedorismo

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