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66% DAS MPES NÃO VEEM NECESSIDADE DE FAZER INVESTIMENTOS AGORA

Pesquisa mostra que nos próximos 90 dias, os empreendedores de varejo e serviços não pretendem investir no próprio negócios
Os micros e pequenos empreendedores de varejo e serviços não pretendem investir no próprio negócio. Ao menos não 66% deles, conforme mostraram os números do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
Segundo os empreendedores, a decisão por não investir deve-se pela falta de necessidade, segundo 43% deles. A crise econômica é motivo par que 30% não invistam e a falta de recursos e/ou crédito foi citada por 12% dos empreendedores.
Não precisa
“O investimento é uma variável crucial para o crescimento de uma economia. No entanto, a crise que se arrasta por mais de dois anos leva muitas empresas a operarem com capacidade ociosa e, em alguns casos, até a redução do quadro de funcionários”, explica Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.
“Nesse ambiente de crise, os projetos de expansão e melhoria do negócio são colocados em segundo plano e a preocupação de grande parte dos empresários passa a ser, então, lidar com a queda do faturamento e o aumento da inadimplência”.
Ao todo, apenas 22% dos empreendedores pretendem investir nos próximos três meses. A maior parte deles quer investir para aumentar as vendas (49%). A adaptação da empresa a uma nova tecnologia (16%) e a necessidade de atender a uma demanda que aumentou (16%) foram os motivos citados para investimentos.

Fonte: Portal Varejista
Intenção de consumo das famílias recua 0,5% em abril ante março

Os brasileiros ficaram menos propensos às compras na passagem de março para abril, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) recuou 0,5%, alcançando 77,8 pontos em uma escala de 0 a 200. Na comparação com abril do ano passado, entretanto, houve um aumento de 6,2%, a segunda variação positiva consecutiva. “A confiança das famílias, que segue em trajetória positiva apesar da leve queda pontual no mês de abril, continua sendo conduzida principalmente pela melhora das expectativas”, avaliou Juliana Serapio, assessora econômica da CNC, em nota oficial.

A avaliação das famílias em relação ao emprego atual cresceu 0,4% ante março, para 108,7 pontos. O componente teve aumento de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2016. O porcentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao emprego atual passou de 31,5% em março para 31,6% em abril.

Já a preocupação das famílias em relação ao mercado de trabalho, medido pelo componente Perspectiva Profissional, manteve-se na zona positiva, aos 100,4 pontos, com aumento de 3,7% na comparação com abril de 2016. No entanto, o subitem teve queda de 2,4% em relação a março.

O componente Nível de Consumo Atual, aos 51,3 pontos, teve aumento de 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado, além de avanço de 0,4% ante março. O item Perspectiva de Consumo, com 70,1 pontos, registrou alta de 0,6% em relação ao mês anterior e crescimento de 22,5% na comparação anual.

O crédito ainda restrito e caro impactou, porém, os resultados ligados a compras a prazo. O item Acesso ao Crédito, com 70,1 pontos, teve aumento de 1% na comparação com março, mas queda de 0,5% em relação a abril de 2016. O item Momento para a compra de bens duráveis, com 50,8 pontos, apresentou queda de 3,8% na comparação mensal, embora tenha mostrado aumento de 14,1% ante o mesmo período de 2016.

Segundo a CNC, a economia parece ter atingido um ponto de inflexão no primeiro trimestre de 2017. “As notícias favoráveis à retomada da economia, como a desaceleração da inflação, a queda dos juros e a liberação de recursos de contas inativas do FGTS, podem ter impacto positivo no consumo ao longo dos próximos meses”, afirma a nota.

Fonte: Portal Varejista

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