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Bichinhos sempre levam seus donos para passear. Melhor acolhê-los!

Os chamados espaços pet friendly ainda são uma novidade no Brasil e fico na torcida para que se tornem cada vez mais comuns entre os estabelecimentos comerciais.

Trata-se de uma questão estratégica que pode ser decisiva na atração do cliente.

Uma vez vi uma pesquisa que apontava que 42% dos donos de animais de estimação deixaram de frequentar alguns estabelecimentos comerciais que não permitiam a entrada de seus bichinhos, ou seja, um público importante se considerarmos a existência de mais de 50 milhões de cães e 22 milhões de gatos de estimação no Brasil, de acordo com medições realizadas.

Sabendo que as pessoas que possuem animais de estimação usam parte de suas horas de folga no trabalho para se dedicar a eles, nada mais inteligente que permitir uma experiência de consumo que inclua os pequenos amigos.

Já havia reparado a tendência nos moderninhos coworkings espalhados pela cidade. Vários deles permitem a presença animal e fazem disso um atrativo para quem usa o espaço para trabalhar ou estudar. Além disso, alguns já contam com bichinhos próprios.

Alguns shoppings já perceberam as vantagens do acolhimento dos pequenos. Mas, quando se trata dos locais mais convencionais, a presença e o tratamento dispensado aos animaizinhos são ainda uma novidade.

Dia desses, o acolhimento que percebi em um barzinho foi determinante para me fidelizar.

Tenho uma vira-lata que se comporta como uma verdadeira lady. O nome dela é Pagu. Ela estabeleceu sua rotina de passeios, contando sempre com a minha presença, e espera, com muita ansiedade, a minha chegada todos os dias.

Numa dessas noites bem calorentas, procurei desviar um pouquinho do cotidiano caminho que ela criou.

Confesso que a minha atitude foi mais para eu pensar que quem a leva para o passeio sou eu, e não ela que me leva para dar uma volta.

Ao cruzar uma das quadras, reparei um casal sentado em um barzinho e o comportado cão ao lado.

Imaginei: eles também estão sendo levados por aquele lindo beagle para seu passeio diário. Parei para tomar água e reparei o tratamento dado pelo garçom.

Atenciosamente, o profissional se aproximou da mesa, anotou os pedidos, dirigiu-se à cozinha e, enquanto os drinques e a comida eram preparados, voltou à mesa com uma pequena vasilha com água para o cachorrinho.

Nada mais simpático e cativante. Resultado: me tornei uma cliente fiel depois que Pagu aceitou me levar ao mesmo barzinho no dia seguinte para tomar um drinque.

 

Fonte: Revista Varejo S.A 

 

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