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Como conectar o mundo real ao digital e agradar o consumidor

Uma experiência de compra independe do canal em que ela feita. Se você adquire uma roupa pela internet, quer ser tratado de forma similar à encontrada no varejo físico. Para as empresas que nasceram digitais, o desafio é trazer essa experiência para a internet e trazer ainda mais brasileiros para o e-commerce.

O fim dos limites entre o físico e o virtual foi o assunto debatido durante o Whow! na última quarta-feira (26). Ignacio Garcia, cofundador da Tree Intelligence, Guilherme Bonifacio, CEO da Rapiddo, William Cerantola, consultor da Plexus, Marília Granito, gerente de marketing do Pinterest e Graciela Tanaka, COO do Netshoes debateram como o digital pode se equiparar em experiência com o físico.

Foi a executiva da Netshoes que tomou a palavra primeiramente. Segundo ela, é missão do e-commerce humanizar a experiência do cliente mesmo sendo pelo smartphone ou computador. “É uma preocupação constante dentro da Netshoes”, diz ela. O marketplace, por exemplo, surgiu para completar uma lacuna que a empresa sofria: a falta de produtos especializados. “O marketplace nos ajudou a vender os nossos produtos, ao mesmo tempo que nós damos suporte para o nosso vizinho vender os itens diferenciados dele.”

Todos os serviços em um aplicativo

A missão de trazer todos os serviços possíveis para o cliente também é missão do Rapiddo. Controlada pelo grupo Movile, que é dono de aplicativos como o iFood, o Rapiddo surgiu como uma forma de integrar entregadores (sejam bicicletas, vans ou bicicletas) aos interessados nos serviços. Uma espécie de Uber das entregas. Agora, a empresa começa a enveredar para outros caminhos, como a de recarga para celulares e descontos no delivery de comida.

A meta é oferecer todos os tipos de serviço no mesmo aplicativo. “É algo que observamos na China, onde a população usa o mesmo aplicativo para diversas funcionalidades”, diz Bonifacio. “Desde para encontrar uma namorada até pedir comida. Acreditamos que isso será uma tendência no futuro.”

Outra plataforma que tenta fazer uma releitura da vida real na internet é a rede social Pinterest. Focada em imagens e vídeos, a rede vem conquistando cada vez mais adeptos por conta do seu direcionamento aos assuntos que mais interessam o usuário. Se ele gosta de moda, tatuagem ou viagem, a rede trará opções de conteúdos produzidos por influenciadores. “Nossa meta é inspirar nossos usuários através de fotos, imagens e ideias”, diz Granito, do Pinterest.

 

Fonte: Portal Newtrade

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