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Confiança empresarial sobe 0,1 ponto em setembro

O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na
economia dos setores investigados, com base em informações extraídas
das pesquisas anuais do IBGE

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 0,1 ponto em setembro
ante agosto, para 94,1 pontos, informou nesta terça-feira, 1, a Fundação
Getulio Vargas (FGV). Na média do terceiro trimestre, o índice cresceu 1,2
ponto em relação ao segundo trimestre. "A confiança empresarial ficou
estável em setembro, refletindo uma percepção ainda desfavorável com
relação à situação corrente dos negócios e otimismo moderado com a
perspectiva de melhora ao longo dos próximos meses", avaliou Aloisio
Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto
Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.
O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da
Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os
pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados,
com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o
objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo
da atividade econômica.
Em setembro, o Índice de Situação Atual (ISA-E) ficou estável, aos 91,1
pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-E) subiu 0,6 ponto, para
101,6 pontos.Entre os componentes do ICE, houve quedas na confiança do
Comércio (-1,5 ponto) e Construção (-0,5 ponto). No setor de Serviços,
houve alta de 1,7 ponto. A confiança da Indústria ficou estável em
setembro.No terceiro trimestre, houve melhora na confiança em todos os
setores ante o trimestre anterior, exceto na indústria."Além de registrar
recuo da confiança no terceiro trimestre, a indústria é o segmento com
menor grau de otimismo em setembro.
Isso ocorre de uma combinação de fatores tanto internos, como o ritmo
lento de crescimento da demanda, provocando acúmulo de estoques,
quanto externos, como as dificuldades que vem enfrentando a Argentina e
a possibilidade de uma desaceleração mais forte da economia mundial em
2020", completou Campelo Júnior.A coleta do Índice de Confiança
Empresarial reuniu informações de 4.865 empresas dos quatro setores
entre os dias 1 e 28 de setembro.

Fonte: Estadão Economia

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