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Conheça as 3 empresas mais inovadoras do varejo

Durante mais de seis meses, o Centro de Inteligência Padrão coletou,
analisou e classificou as empresas que produzem inovação no País. Veja
quem se destacou no setor

Quando se pensa em inovação no setor de varejo que empresas te vêm à
cabeça? Durante mais de seis meses, o Centro de Inteligência Padrão
coletou, analisou e classificou as empresas que produzem inovação no
País. Entre as varejistas, destaque para Magazine
Luiza,  Kopenhagen  e Carrefour.

Entenda como essas gigantes do varejo têm disparado na frente da
concorrência e feito a diferença no setor.

Magazine Luiza: Teoria em prática
Muitas vezes comparado à Amazon, o Magazine Luiza mostra não só que
está preparado para a era digital como quer continuar liderando o
movimento de digitalização do varejo brasileiro.
Enquanto o mercado online como um todo cresceu 13,4% no último
trimestre de 2018, segundo o Ebit, as vendas fora das lojas físicas do
Magalu cresceram impressionantes 57,4% no período. O ecommerce já
representa 38% das vendas da empresa.
Grande parte deste sucesso pode ser creditada ao Luiza Labs, o centro de
pesquisa e desenvolvimento do Magazine Luiza. Na empresa, tudo que é
relacionado à tecnologia passa por pelo menos um dos núcleos da equipe
de 800 profissionais. O Labs é responsável por grandes projetos, entre eles
estão o Magazine e Você – que cria lojas virtuais para qualquer pessoa – e
o Bob – aplicação de Big Data responsável por todas as recomendações de
produtos do ecommerce.
“O Labs nasceu com a ideia de transformar o mindset da empresa”,
afirma Daniel Cassiano, diretor do Luiza Labs. Segundo o executivo, o Luiza
Labs pode entregar projetos que normalmente levariam um ano em até
três meses. Isso acontece por causa do processo de seleção. “O principal
fator para contratação não é técnico, mas sim a bagagem cultural e
comportamental. Uma vez que a gente acerta, o restante fica mais
tranquilo”.

Kopenhagen: Inteligência artificial de chocolate
Fundada em 1928, a Kopenhagen decidiu adotar um sistema baseado em
inteligência artificial para gerir melhor o seu estoque. Os franqueados com
grandes pedidos tiveram a redução de quatro a oito horas de trabalho por
semana.
“No caso das lojas franqueadas, nas quais o driver do capital de giro é
altamente relevante, conseguimos alcançar uma redução de 60% a 70%
nas rupturas pontuais de determinados produtos. Já nas lojas próprias,
nas quais por vezes o excesso de estoque pode gerar perdas por tempo de
prateleira, obtivemos uma redução considerável nesse indicador”,
diz Fernando Vichi, Vice-presidente de Finanças do Grupo CRM, que desde
1990 controla o Grupo no Brasil.
O portfólio também aumentou e passou a incluir, além de versões zero
açúcar e zero lactose dos chocolates, cápsulas de café de marca própria.

Carrefour: Atendimento centralizado
Em abril deste ano, o Carrefour apresentou a Carina, sua assistente virtual.
O bot foi desenvolvido para tirar dúvidas dos consumidores e oferecer
sugestões. A ferramenta foi criada como uma das últimas etapas do
processo de centralização da comunicação de todas as empresas do Grupo
que, antes, tinha mais de dez números de contato.
Luiz Souto, diretor de Customer Service do Carrefour, explica que o
principal obstáculo para desenvolver Carina foi comportamental.
“Os desafios não são tecnológicos, nem de investimento. Os desafios são
culturais”, afirma. “Todos os níveis da companhia precisam ser
convencidos de que este é um caminho sem volta”, diz ele.
A expectativa do Carrefour é reduzir em 50% o número de atendimentos
via contact center em dois anos. Hoje, a Carina faz até 6 mil interações
diárias. O objetivo é chegar a 10 mil interações diárias e assim provar que
a inovação pode reduzir gastos e otimizar processos.

Fonte: Portal No Varejo

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