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Dica de filme: Doutor Estranho e cinco motivos para o empresário assistir

Como um apaixonado pela sétima arte, eu poderia destacar um adjetivo sobre o novo longa­metragem da Marvel para já tentar lhe convencer de imediato à assistir: o filme é fantástico. Impossível dizer apenas um: Divertido, cheio de efeitos especiais, com um enredo bem construído e muitas referências culturais, o Doutor Estranho sai dos quadrinhos para as telas dizendo para o que veio.

Mas o objetivo aqui não é fazer uma análise cinematográfica ou sobre meu gosto por determinados gêneros fílmicos. A ideia é elencar elementos que fazem parte do escopo de administradores e demais profissionais e que pude constatar ao assistir a obra. Mas antes de destacar esses motivos é preciso saber quem é esse tal de Doutor Estranho.

Ele é o Dr. Stephen Strange, um dos maiores neurocirurgiões de Nova York, cheio de dinheiro e ao mesmo tempo arrogância. Ele sofre um acidente de carro e perde toda a coordenação com as mãos, instrumento indispensável para seu trabalho. Mesmo com uma dezena de cirurgias, ele jamais poderá operar novamente. Em desespero gasta suas economias em busca de soluções, porém não encontra através da ciência convencional ocidental e, apenas quando conhece a Anciã, ­ é que descobre um novo universo de possibilidades e conhecimento.

E através desse contexto é que o filme desperta importantes reflexões que gostaria de compartilhar com vocês abaixo:

1. ­ A arrogância isola e destrói

Antes de se tornar mestre das artes místicas, Strange é o melhor no que faz, tem o mundo a seus pés e não esconde sua arrogância e prepotência nas ações. Mas essa atitude acaba sendo sua maior fraqueza (e de homens que vivem de poder). Tire aquilo que os fazem ”superior” e temos uma pessoa perdida. Depois de perder o controle de suas mãos no acidente, Stephen teve que se aposentar do ramo cirúrgico. Acabou virando um indivíduo isolado, depressivo e sem esperanças. Foi apenas quando encontrou a anciã e começou a mudar sua postura arrogante é que conseguiu retomar um caminho. E esse é um tópico que cabe uma reflexão e uma lição. Quando estamos falando de nossa carreira, por mais sucesso que possamos atingir, é muito importante mantermos a humildade.

2. ­ Conhecimento nunca é demais

Da mesma forma que Strange necessitou estudar muito para se tornar um dos melhores neurocirurgiões, ele teve que estudar bastante, se preparar intensamente, para que conseguisse se tornar mestre das artes místicas. E esse aspecto acaba refletindo em um fundamento óbvio ­ que pode ser considerado até um senso comum, mas que muitos ainda insistem em ignorar. Capacitação, treinamos e preparação são fundamentais para passarmos para o próximo nível. Para atingirmos estágios ainda mais altos. Conhecimento, independente do que aconteça é algo que ninguém tira da gente.

3. ­ Mentores: como ajudam!

É impossível pensar que o Doutor Estranho se tornaria um “herói” se não tivesse uma mentora que indicasse e o estimulasse durante o início da sua jornada. Ela foi fundamental para dar o ponto de virada que o nosso herói tanto precisava. E seja dentro de casa, um chefe, contratando profissionais especializados, todos aqueles que contam com mentores, guias de colaboração, sem sombra de dúvida, tem um caminho mais facilitado dentro dos grandes obstáculos que a carreira, a vida e o trabalho podem gerar.

4.­ Tenha sempre a mente aberta

“Prepare­se para esquecer tudo que já sabe”. Essa é uma das primeiras frases que a mentora Anciã indica ao Doctor Strange quando ele chega em busca de uma solução que cure sua mão. E, de forma arrogante, o doutor rebate essa linha, ainda mais quando a mentora indica caminhos que englobam o misticismo e conexões espirituais. A partir do momento que Strange leva e se permite a descobrir outros universos, sua fonte de conhecimento e, consequentemente de poder, aumentam. Muitas vezes nós também desenvolvemos uma redoma sobre diversos quesitos, criamos barreiras que nos impedem de ter uma visão mais macro. Por isso, pensar fora do quadrado, fora da caixa, faz com que alternativas (antes escondidas) comecem a aparecer. É esse o processo da inovação ­ comum nas empresas de maior destaque no mundo.

5. ­ Disciplina

Algumas cenas bem interessantes do filme mostram o Doutor Estranho em preparação. Ele, junto com outros aprendizes tentando criar magias com as próprias mãos. Todos conseguem fazer, ainda de forma gradativa, mas fazem. Já o nosso médico não. São várias cenas onde ele repete o mesmo treino, faz toda a movimentação e nada. Ainda sim, ele não desiste e continua toda vez. No final, não preciso nem dizer que ele se torna muito bom. E quando precisamos executar algo bem feito é exatamente algo que temos que fazer: treinar, treinar e treinar. Quando nos preparamos para algo, através da repetição, naturalmente nos aprofundamos em fazer aquela atividade melhor e bem feito.

* Fábio Bandeira de Mello é diretor de assinaturas do Administradores.com, diretor executivo do Atletas Brasil e editor/fundador do portal Esporte Nordeste.

Fonte: Portal Administradores

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