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Economia brasileira continua em lenta recuperação

O levantamento Monitor do PIB-FGV deste mês, que traz informações até o último mês de agosto, mostra retração de 0,35%, no acumulado dos meses de junho, julho e agosto, na comparação com o trimestre anterior. De acordo com Claudio Considera, coordenador do estudo, esta é a taxa menos negativa em seis trimestres consecutivos e embora ainda negativo, este indicador continua mostrando melhora no nível de atividade. “Apesar desta melhora na taxa trimestral, a taxa mensal (-1,61%) indica cautela quanto a velocidade de recuperação da atividade econômica”, afirma.

Considerando a comparação entre o trimestre móvel (junho-julho-agosto) e o mesmo período em 2015, o PIB apresentou queda de 3,2%. Este foi o melhor resultado desde o trimestre findo em agosto de 2015 (-3,1%). A indústria registrou queda 2,4%, a menor taxa negativa desde dezembro de 2014 (-3,1%). “No setor de serviços, a taxa de variação foi de -2,9%, voltando a ter trajetória ascendente depois da interrupção desta tendência registrada no trimestre findo em julho.

O estudo mostra também que, apesar de negativa, a taxa mensal do PIB vem apresentando tendência ascendente desde janeiro de 2016. Em agosto, a taxa foi de -3,2% na comparação com agosto de 2015. Entre as 12 atividades que compõem o PIB, pelo quarto mês seguido, somente eletricidade (+4,2%) e serviços imobiliários (+0,1%) não apresentaram resultados mensais negativos na comparação anual. Os piores resultados foram dos transportes (-8,2%), extrativa mineral (-4,4%) e intermediação financeira (-4,0%).

O levantamento mostra também que o consumo das famílias, registrou queda de 3,4% em agosto, e encerrou o trimestre (até agosto) com retração de 4,4%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Todos os bens de consumo apresentaram taxas negativas.

Em relação às exportações em agosto, comparada ao mesmo mês de 2015, a variação foi de 10,1%. A taxa do trimestre terminado em agosto foi de -1,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Produtos agropecuários foi o componente que mais contribuiu para a taxa negativa da exportação ao registrar queda de 24,4% no trimestre findo em agosto.

Já as importações cresceram 8,1% em agosto, na comparação anual. Esta foi a primeira variação positiva desde março de 2015 (7,0%). Na comparação do trimestre (até agosto), a variação foi de -5,2%, em razão do crescimento dos produtos agropecuários (29,4%), bens intermediários (1,4%) e bens de capital (9,4%).

Fonte: Portal No Varejo

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