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Economia compartilhada é bem vista por 79% dos brasileiros

O compartilhamento de bens como carros, casas e roupas é o principal motor da economia compartilhada. No Brasil, esse modelo de consumo colaborativo está crescendo e já é comemorado por quase 80% da população.

Levantamento feito pela SPC Brasil e CNDL em todas as capitais do Brasil mostra quais tipos de compartilhamento são mais usados pelos brasileiros e descobriu a pré-disposição do País em tornar a economia compartilhada algo real no cotidiano.

Para 79% dos entrevistados o compartilhamento de bens torna a vida mais fácil e funcional e 68% se imaginam participando do consumo colaborativo nos próximos dois anos. Ente os tipos de compartilhamento o aluguel de casa e apartamentos é o mais usado, com 40%. Já as caronas para o trabalho ou faculdade ocupam a segunda posição das preferências (39%) seguido do aluguel de roupas (31%).

“Os resultados indicam que os brasileiros começam a despertar interesse pelo consumo colaborativo, mas ainda aderem a ele de maneira tímida”, explicou por nota Honório Pinheiro, presidente da CNDL. “Talvez porque a economia compartilhada traduza, essencialmente, um jeito novo de encarar as coisas e, nem sempre as pessoas estão abertas a mudanças tão significativas em seus hábitos de consumo”, completou.

O que gostam de compartilhar

O estudo também identificou quais categorias de produtos os brasileiros acreditam que vale mais a pena alugar ao invés de adquirir um novo. Os livros lideram este ranking com 56%, seguido de equipamentos de ginástica (53%), artigos esportivos (53%), itens de jardinagem (51%) e instrumentos musicais (50%).
O consumo compartilhado de itens pessoais também merece destaque. Isso porque no último ano, 24% dos consumidores disseram que venderam alguma peça do próprio guarda-roupa enquanto 22% disseram que venderam seu aparelho de celular.

Por que estão compartilhando?

A principal vantagem de compartilhar bens, na visão de 47% dos consumidores, é economizar dinheiro. Em segundo está evitar o desperdiço (46%), combater o consumo excessivo (45%) e o fato de poder ajudar o próximo (38%). A preservação do meio ambiente é outra questão que surge forte, com 31%, seguido da experiência de conhecer uma pessoa nova para construir novas redes de relacionamento (30%) ou melhorar a qualidade de vida (29%). Já 28% dos entrevistados dizem que gostam deste tipo de economia pois veem no consumo compartilhado uma forma de ganhar dinheiro.

Desafios

A falta de confiança em desconhecidos ainda é a principal barreira para aqueles que ainda não são adeptos a economia colaborativo. Quase a metade dos entrevistados (47%) disse que tem medo de serem passados para trás. Para 42% o principal temor é ter que lidar diretamente com estranhos, já 37% disse que sentem faltas de garantias para casos de não cumprimento dos acordos. E 71% acreditam que o modelo de compartilhamento podem ter problemas no Brasil porque as pessoas do País não são confiáveis.

 

Fonte: Portal No Varejo

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