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Ela começou como vendedora e hoje tem sua própria loja de roupas

A paulista Gislene Lopes tinha 15 anos quando começou a trabalhar em uma loja de roupas. Ela foi
contratada de forma temporária para o fim do ano, mas acabou sendo efetivada logo depois.
Foram 25 anos trabalhando nesse mercado, onde ela cresceu de vendedora para gerente e depois
supervisora.
Em 2015, ela decidiu reunir a experiência e as economias que tinha reunido para empreender.
Surgiu a Gi Collection's, uma loja multimarcas que hoje também vende suas próprias peças. Com
espaço física e vendas pelas redes sociais, o negócio faturou R$ 500 mil no ano passado.

Estímulo inicial

Tudo aconteceu de forma meio inesperada. Em 2015, ainda trabalhando em uma das lojas, Gislene
ouviu de seu marido, Minoru Moriyama, uma pergunta que a faria pensar: "Por que você não abre
sua própria empresa?".
"Acho que internamente eu já tinha essa vontade, mas ela não estava aflorada", relembra Gislene.
Animada, ela começou a planejar junto com ele a abertura de uma loja de roupas femininas. Os
dois também investiram juntos R$ 85 mil para alugar um ponto e formar estoque.
Seis meses depois, o casal inaugurou a Gi Collection's. A loja fica em um centro comercial de
Barueri, espaço escolhido por já atrair movimento. A ideia inicial era vender marcas variadas e
camisas próprias sob medida – um nicho pelo qual era se interessou quando trabalhava em uma
alfaiataria.
Mas as vendas das camisas seguiram fracas, e Gislene decidiu se concentrar por um tempo nas
multimarcas. Também foi nesse momento que ela começou a se dedicar mais à conta da loja no
Instagram, onde posta fotos das peças e compartilha dicas de moda.

Vitrine virtual

Apesar de relevante, a timeline da conta não é o principal motor de resultados no caso da loja.
Gislene diz que é pelos stories que as clientes mais interagem e iniciam uma relação de compra.
"Quando comecei fazer vídeos com dicas de moda e looks do dia, as clientes passaram a perguntar
o preço e informações sobre as peças. Foi quando vi uma oportunidade de vendas", diz a
empreendedora.
Além de atrair clientes, a rede social hoje resulta em uma parcela significativa das vendas da loja.
Muitas das compras são fechadas pelo próprio direct do Instagram ou pelo WhatsApp. "No ano
passado, tinha dias em que eu não abria o caixa da loja, mas fazia vendas pelo celular", diz ela.

Fonte: G1/Pequenas Empresas Grandes Negócios

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