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Ele deixou negócio da família para criar chocolateria que fatura R$ 7,5 milhões

Em 1888, a família Neugebauer deixou o sul da Alemanha para vir para o Brasil. Chegando em
Porto Alegre (RS), decidiram continuar com o negócio da família: confeitaria. Foram eles que
abriram uma das primeiras fábricas de confeitos e chocolate do Brasil, em 1903, batizada com
o próprio sobrenome.

Em 2017, inspirado pela história da família, mas querendo criar seu próprio legado dentro do
mercado, Christian Neugebauer, 32 anos, assumiu o comando da Chocolateria Brasileira.

A experiência na empresa da família fez toda a diferença. Apesar de ter vendido a marca
Neugebauer em 1981, eles continuaram no mesmo segmento ao abrir a Harald, focada na
venda no atacado.

Neugebauer entrou no negócio assim que saiu da universidade. Sua função era conhecer
novos negócios do setor para inovar na companhia. Em 2016, ele conheceu a Chocolateria
Brasileira, que acabava de surgir, e entrou como investidor.

Mas, segundo ele, o negócio não andou como o esperado e a qualidade dos produtos não era
boa. “A empresa já estava em rota de falência e eu vi que precisava tomar a frente para que
isso não acontecesse”, diz.

Por isso, em 2017, ele comprou a Chocolateria e investiu na fábrica para torná-la mais eficiente
e automatizada. “Ganhamos muita escala por causa disso”, afirma. Além disso, o
empreendedor conta que usou muitas dicas que vinham das empresas da família.

Em todos os momentos, Neugebauer afirma que seu avô, com quem ele trabalhou
diretamente na fábrica, focou na qualidade. “Eu aprendi muito com eles”, afirma o
empreendedor. “Dominar essa qualidade com maestria é muito complexo e requer muito
investimento”.

Além de focar no sabor, Neugebauer afirma que é importante focar nos processos por trás do
produto final.

São 40 unidades da Chocolateria Brasileira no Brasil (Foto: Divulgação)São 40 unidades da
Chocolateria Brasileira no Brasil (Foto: Divulgação)

Hoje, a Chocolateria tem 40 unidades em todo Brasil, incluindo 30 franquias e 10 próprias. O
tíquete médio é de R$ 24 e o faturamento da rede em 2018 foi de R$ 7,5 milhões.

Para o futuro, o plano é expandir a marca e melhorar cada vez mais os produtos. “Queremos
virar uma referência nacional”, diz Neugebauer. “Estamos em plena expansão. Mas por
enquanto, vamos focar apenas no Brasil."

Segundo o empreendedor, a internacionalização é um sonho, mas ainda distante. “Nunca saiu
do nosso radar, mas nunca fomos atrás para analisar se seria viável”, afirma. “Queremos que o
produto chegue sempre com a melhor qualidade possível”.

 

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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