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Lojas sem vendedor já são realidade no pequeno varejo

O avanço da tecnologia tem influenciado na maneira que cada pessoa tem de fazer suas compras. Por falta de tempo ou qualquer outro motivo, alguns consumidores preferem não ir às lojas e compram quase tudo pela internet. Outra novidade do momento são as lojas autônomas, que não têm vendedores, cobrança no caixa e nem mesmo funcionários cuidando da segurança. O cliente chega, escolhe o produto que quer e vai embora. Todo o sistema de cobrança é controlado por um aplicativo cadastrado no aparelho celular de cada cliente.

O avanço da tecnologia tem influenciado na maneira que cada pessoa tem de fazer suas compras. Por falta de tempo ou qualquer outro motivo, alguns consumidores preferem não ir às lojas e compram quase tudo pela internet. Outra novidade do momento são as lojas autônomas, que não têm vendedores, cobrança no caixa e nem mesmo funcionários cuidando da segurança. O cliente chega, escolhe o produto que quer e vai embora. Todo o sistema de cobrança é controlado por um aplicativo cadastrado no aparelho celular de cada cliente.

Há cerca de um mês a primeira loja totalmente autônoma do Espírito Santo está funcionando na Praia do Canto, em Vitória. A loja vende diversos produtos, entre legumes, carnes e bebidas, 24 horas por dia, sete dias por semana. Na avaliação de Renato Antunes, um dos quatro sócios do empreendimento, o fato de não ter vendedores ou funcionários dentro da loja gera uma economia de até R$ 10 mil por mês.

“A única parte que a gente precisa de força humana é na reposição de estoque. Todo o processo da loja é feito de forma autônoma. O cliente vem aqui e faz todo o processo de compra. A gente tem que vir fazer o controle de estoque e a reposição de mercadorias”, explicou Renato Antunes.

Outro ponto que chama a atenção é a falta de seguranças para conferir se cada cliente está cadastrando todos os produtos que está comprando. Os criadores do projeto garantem que apostam na honestidade dos clientes e que não tiveram nenhuma ocorrência no primeiro mês de funcionamento. Ainda que não tenha funcionários dentro da loja, o grupo conta com 12 funcionários para o desenvolvimento tecnológico da empresa, entre programadores e profissionais de designer.

Na avaliação de Kátia Vasconcelos, que é diretora da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Espírito Santo, lojas sem vendedores ou caixas são exemplos de uma mudança no mercado de trabalho, onde as novas vagas criadas demandam uma maior especialização dos funcionários. “O que a gente está vendo é o fechamento dos postos de trabalho mais simples e a abertura de postos de trabalho mais complexos”, analisou a diretoria da Associação de Recursos Humanos.

Na avaliação de Cesar Saade, que é presidente da Associação de Comerciantes da Praia do Canto, lojas autônomas e sem vendedores são boas para a evolução do comércio da região. No entanto, o empresário acredita que, em alguns segmentos, como na venda de roupas, o contato do consumidor com o vendedor ainda é fundamental.

Fonte: Portal SM

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