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Magazine Luiza e Latam pedem a Temer menos burocracia

Ao participar da reunião do “Conselhão” na última segunda­feira (21), no Palácio do Planalto, a empresária Luiza Helena Trajano pediu ao presidente Michel Temer o compromisso com a redução dos custos da economia por meio da redução da burocracia. “Não tem condição de mantermos mais de 50 advogados para fazerem as coisas. Nossas empresas têm cerca de 10% de custos com burocracia, custos com os quais ninguém está ganhando”, disse a empresária, que integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

“Se o país simplificasse, cortaríamos boa parte desses custos”, disse. Na linha do discurso inicial de Temer, Luiza disse que a desburocratização poderia compensar em boa medida a redução dos subsídios na economia.

A presidente da Latam, Cláudia Sender, considerou que não há momento mais propício que o atual para que o Brasil inove com soluções criativas e que gerem “valor real” para a sociedade. Durante a reunião do Conselhão, ela citou a gravidade da crise pela qual o Brasil passa e disse que a retomada do crescimento está totalmente atrelada à sua capacidade de gerar competitividade e de se inserir nas grandes ‘ligas’ mundiais.

“Será essencial abordarmos temas complexos, vários dos quais foram mencionados aqui e que minam a nossa competitividade, limitam o nosso crescimento e nos colocam em posição secundária no mercado mundial”, disse Cláudia. Ela afirmou que a estrutura tributária brasileira está entre as mais complexas do mundo, gerando custos desproporcionais para as empresas e para a máquina pública. Assim, defendeu, é necessário desobstruir as barreiras burocráticas, tornando o país mais simples e eficiente.

A presidente da Latam defendeu ser necessário agir com assertividade e rapidez. A seu ver, o primeiro passo nesse sentido de retomada da confiança está sendo dado com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos gastos. Além disso, disse que o país precisa sinalizar de forma contundente um viés para a segurança jurídica, com o objetivo de fazer os empresários voltarem a investir.

Ela lembrou que o setor de aviação, depois de uma década de crescimento constante, viu a redução de 10% no número de passageiros este ano, além de uma redução na frota de aeronaves. “Empresário gosta mesmo é de investir, de empregar mais, de crescer. Mas, para isso, precisamos estar alinhados às regulamentações e às práticas globais que nos permitam ser competitivos frente aos gigantes mundiais”, disse.

Fonte: Portal Valor Econômico

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