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O que a geração Y procura no mercado de trabalho?

Eles já não são assim tão novos. Mas ainda existe um abismo entre as expectativas de pessoas criadas em um recorte sócio-cultural a partir dos anos 80 e empresas que oferecem postos de trabalho e ascensão nos moldes das práticas da década de 50. Afinal, o que os millennials – ou Geração Y – procuram no mercado de trabalho e o que eles têm a oferecer? Uma dica importante para os gestores que desejam contratar este tipo de colaborador é sempre se mostrar disponível e ficar próximo o bastante para ouvi-los.
Pessoas que pertencem à chamada Geração Y nasceram e se desenvolveram junto com evoluções tecnológicas que se disseminaram rapidamente entre as pessoas e estão intimamente ligadas à informação. Peter Drucker já antevira, em 1959, que os trabalhadores do futuro não seriam operadores de máquinas, mas de conhecimento – tanto que cunhou o termo “knowledge worker”.
Portanto, como não é possível retroceder em termos de costumes e tecnologia, as tendências hoje presentes na Geração Y devem não apenas permanecer, mas ganhar cada vez mais relevância no futuro.
De acordo com a pesquisa “Barômetro 2016: Bem-estar no Trabalho”, realizada pela Ticket, alguns fatores decisivos para que uma empresa seja ideal para se trabalhar são comuns a várias gerações, e um deles se destaca: o reconhecimento. Para especialista, entretanto, reconhecer nem sempre significa apenas premiar, oferecer benefícios ou promover. Embora todos esses fatores também importem, saber ouvir no dia a dia é fundamental.
“Uma dica importante para os gestores que desejam contratar este tipo de colaborador é sempre se mostrar disponível e ficar próximo o bastante para ouvi-los, procurando se comunicar também por novas tecnologias – como mensagens instantâneas e chats –, além de e-mails e redes sociais”, explica a psicóloga Carolina Pizolati Farah, diretora comercial da Sinergia Recursos Humanos.

O desafio de passar ao próximo nível
A geração Y já foi a “novata” nas empresas, mas agora o posto foi assumido pelos chamados Millenials, que têm suas próprias características e demandas. Com isso, surge um novo desafio para quem é Y: aprender e ensinar tanto aos mais velhos quanto aos mais novos. Trata-se de um processo de adaptação para todos.
O hoje empreendedor Theunis Marinho, que ingressou ainda jovem na Bayer como estagiário e chegou à presidência da Bayer Polímeros, na Alemanha, acredita que as gerações anteriores precisam ser compreensivas, para que a tão sonhada sinergia seja alcançada de forma plena. “Eu acredito que, se experiência vale para alguma coisa, o mais experiente é quem deve se adaptar às novas gerações”, disse.

 

 

Fonte: Portal Administradores

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