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Oito fatores que vão ajudar sua empresa a enfrentar os desafios do próximo ano

“Nós andamos 5, 7, 10 anos nesses meses de pandemia. Mudanças importantes ocorreram no comportamento do consumidor. Varejo e indústria deram um show de adaptação, mas há implicações importantes como mudanças rápidas no comportamento do shopper, que compra onde quer, do jeito que quer e é preciso estar preparado para atendê-lo”, destaca Sergio Alvim, CEO da SA Varejo. Em 2021, os desafios para as empresas do setor não vão cessar, pelo contrário. Para ajudar, os membros do Grupo Conselheiros SA Varejo  – o novo serviço de Aconselhamento Online da SA Varejo voltado para donos, sócios e diretores de Redes Varejistas e também de Indústrias e Empresas de Serviços –, listaram 8 pontos para os quais você precisa se atentar no próximo ano.

1. Pessoas

“Para cada 20% de aumento na diversidade nas empresas há 1% a 2% de aumento na receita. Isso é estatística, é dado real. A diversidade não é importante só porque queremos dar oportunidade para todos – não estamos falando de ONG mas de empresas que visam resultados – , mas pela capacidade que a diversidade tem de representar a sociedade e, consequentemente, de representar o consumidor”.

Tania Moura, Executive Advisor na SynFiny Advisors, VP Executiva na ABPRH, Diretora de Gente & Cultura no Instituto Mulheres do Varejo

2. Tecnologia

“Tecnologia se tornou fundamental para falarmos de estratégia. A pandemia deixou claro não apenas a importância da tecnologia, mais do que isso: como as empresas se comportaram como startups, inclusive as grandes que demoravam muito para tomar uma decisão e passaram a ter de decidir em poucos dias, colocar e-commerce no ar, pensar em logística, utilizar aplicativo. Essa velocidade vai impactar na forma como as coisas vão acontecer daqui para frente: cada vez mais as empresas terão de ser mais rápidas e precisarão usar a tecnologia a favor do negócio”.

Johnny Wei, Co-fundador e head de novos negócios da Vertem e fundador da ABERTO startup voltada para soluções de precificação dinâmica

3. Comportamento do Shopper

“Nunca foi tão necessário que as empresas definam quem é o seu target. E mais do que definir é conhecer. Não falo das questões demográficas como nível socioeconômico, idade, gênero. As empresas nunca tiveram tanta necessidade de entender como seu target compra, com eles pensam, qual a imagem que têm de sua marca e dos seus concorrentes. Só assim a gente pode elaborar uma proposta de valor vencedora para se diferenciar e não apenas trazer a fidelidade do público, mas a perenidade do nosso negócio”.

Marise Araujo, Sócia fundadora na Step Stone Consultoria, Conselheira de Estratégias na APDZ Educação e Tecnologia, Mentora na Top2You

4. Relações Comerciais

“Tirar pedido é coisa de máquina. A pessoas têm de pensar em como fazer negócios. Para isso, são necessárias várias aptidões, é preciso conhecer cliente, CRM, canais de venda, oportunidades, calendários e objetivos de varejo e indústria”.

José Sarrassini, Diretor Comercial e de Logística do Savegnago Supermercados (SP)

5. Joint Business Plan

“JBP é jogar junto, planejar junto. Buscar resultados conjuntos, trabalhar de forma alinhada. Não basta ter um excelente planejamento e não implementar. Isso é um sonho. Da mesma forma que sair executando sem plano vira pesadelo. O maior desafio que nós temos é transformar o sonho em realidade”.

Walter Faria Jr., Membro do conselho de administração da Raymundo da Fonte

6. Posicionamento e Marca própria

“O varejo brasileiro é altamente diverso e pulverizado. É desafiador ter estratégia competitiva nesse mundo tão diverso. Estou acostumado a trabalhar com uma ferramenta chamada marca própria. Quando bem utilizada, ela funciona e você percebe que o cliente passa a ir à sua loja pela sua marca própria, pela qualidade do que você está entregando. É um erro cometido no Brasil pensar na marca própria apenas pela questão do preço: o primeiro gancho de sustentabilidade de participação dela é qualidade”.

Renato Giarola, CEO da Lojas União 1a99

7. Associativismo

“O pequeno varejo precisa da troca de informação para crescer. Antigamente, as centrais de negócio significavam sentar para comprar em conjunto arroz, feijão e outras commodities, sem se preocupar com formação de pessoal nem com o cliente. O foco era só negociar preço. Hoje o associativismo avançou muito em termos de colaboração estratégica. É preciso ter união com pequenos e médios varejos e relação com a indústria que, por sua vez, precisa entender como funciona uma central de negócios”.

Paulo Angelo Cardillo, Sócio-fundador da Cardillo Consultoria e Representações Empresariais, e VP Institucional Comercial na Rede Unibrasil (CE)

8. Governança

“Governança corporativa significa saber gerir sua empresa seguindo as regras que existem de mercado, gestão, postura. Isso cada vez mais vai ser acionado pelo seu cliente e por seus pares. Implantar todos os aspectos citados pelos meus colegas no Grupo Conselheiros SA Varejo depende de uma governança na companhia, envolve estruturar a empresa, definir regras, parâmetros, limites, e a própria imagem da empresa”.

José D. Barral, Presidente do Conselho de Administração do  Lopes Supermercados  (SP)

 

Fonte: S.A. Varejo

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