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Os desafios do varejo para atingir a geração Z de consumidores

Geração Z, Centennials, iGen ou pós-millenium. A nomenclatura pode até mudar e ser discutível em termos de compatibilidade com os costumes recém-moldados da nova geração de consumidores, mas sua presença e seu perfil já estão claros por, de fato, nascerem em um ambiente onde as relações e as interações digitais prevalecem. Em consonância com esse tipo de consumidor, o varejo enfrenta desafios de transformação do modelo de negócio, tendo que se adaptar a novas realidades. O investimento se direciona para outros caminhos, cada vez mais voltados à tecnologia e ao mundo digital.

Um estudo do portal norte-americano de economia, Business Insider, mostra que o consumidor da geração Z, nascido a partir de 1998 (na metodologia da pesquisa), será o de maior relevância daqui a menos de 10 anos, sendo a maior parte da população dos Estados Unidos. Segundo a publicação, em 2026, serão 82 milhões de jovens com esse perfil.

O perfil da Geração Z

Ao contrário do que se pensa, apesar de serem digitais, a Geração Z gosta de fazer compras em lojas físicas, segundo o estudo do Business Insider. A captação de experiências diversas é a grande questão a ser desenvolvida pelas varejistas em suas marcas e, principalmente, no ambiente físico, onde o sensorial deve preponderar para chamar atenção desse jovem consumidor. O digital não deve estar só no mundo virtual. O Centennial quer experimentar o digital no mundo real e, de preferência, contendo uma proposta de valor e responsabilidade social.

No entanto, é óbvio que a experiência digital é uma obrigatoriedade para esses consumidores. Comprar no online deve ser tão prazeroso quanto em uma loja física de caráter inovador. A rapidez no mundo virtual é um dos pré-requisitos para um jovem da geração Z acessar ou site ou não. Sim, a velocidade e a simplicidade na jornada de compra devem ser valorizadas, de acordo com a pesquisa.

A qualidade e o real propósito do produto andam colados para a Geração Z. É difícil fidelizar esses consumidores por serem, naturalmente, propensos a experimentar e vivenciar novos estilos de vida. Quebram e contestam os estereótipos definidos pela sociedade e não ligam para definições de gênero, idade ou classe. Há uma hipervalorização do próprio eu e, por isso, desconstroem rótulos, não seguindo muitas tendências e se espelhando em outros. Por isso, é imprescindível a constante inovação das marcas para mostrar a esse cliente que a empresa tem uma cultura como a dele, que muda e que ousa sempre dentro de seus valores como marca de propósito.

Fonte: Portal No Varejo

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