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Quanto um plano de assistência médica impacta na folha de pagamento

O gasto dos varejistas com planos médicos concedidos aos colaboradores alcança cerca de 6%, em média, da folha de pagamento. Em alguns casos, pode chegar perto de 9%. O dado é da pesquisa anual de remuneração no varejo da consultoria Korn Ferry Hay Group, realizado com 53 empresas de todos os segmentos do comércio. Segundo o levantamento, todas as companhias que participaram do estudo oferecem o benefício a, pelo menos, uma parte dos funcionários.

“As empresas têm interesse em estender o plano de saúde à totalidade dos empregados, mas, muitas vezes, o custo inviabiliza”, afirma Diego Furtado, consultor da Korn Ferry Hay Group. “Como as lojas contam com um grande número de colaboradores, há muitas varejistas que oferecem o benefício apenas para o pessoal administrativo”, acrescenta.

Furtado explica que a maior dificuldade é controlar a sinistralidade. Essa taxa indica quanto o custo total do plano médico com todos os usuários da empresa representa da receita obtida com eles. Quanto maior o índice, mais caro o benefício fica para empresa e colaboradores. No varejo, o índice médio de sinistralidade é de 83%, mas há empresas na casa de 90%, segundo a pesquisa da Korn Ferry Hay Group.

“As companhias estão tentando encontrar formas de reduzir a incidência de uso do plano. Isso passa, por exemplo, por orientar o funcionário a procurar um consultório médico em vez de ir ao pronto socorro, caso não esteja sentido nada grave. Ou ainda por incentivar hábitos mais saudáveis de vida, como alimentação equilibrada e prática de esportes”, afirma o consultor.

Também com o objetivo de controlar despesas as companhias têm adotado cada vez mais o modelo de plano cooperado. Ou seja, além de pagar parte da mensalidade – descontada no holerite –, o colaborador também arca com uma parcela do valor da consulta ou dos exames realizados. “Esse percentual corresponde a até 30% do valor que o plano de saúde paga aos prestadores de serviços”, explica Furtado. A pesquisa da Korn Ferry Hay Group aponta que 72% das empresas adotam esse modelo de coparticipação.

Fonte: Portal SM

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