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Shoestock: uma experiência de compra totalmente livre

Um grande paraíso de moda. Talvez essa seja uma boa definição para a loja da Shoestock localizada em Moema (SP). Em todos os ângulos possíveis ao olhar, vemos sapatos, acessórios e roupas acessíveis às mãos, uma total liberdade para as consumidoras e os consumidores escolherem – e experimentarem – a peça que bem entenderem. Durante o Whow! Festival de Inovação, os participantes puderam fazer um tour no espaço com explicações técnicas da gerente responsável pelo ponto de venda.

A Shoestock voltou ao mercado em março deste ano. A marca fechou as portas em 2015 e foi comprada pelo Grupo Netshoes, que observou a força de seu nome junto às consumidoras de moda. A Zattini, marca de beleza do grupo, também marca presença no espaço, com produtos e um salão de beleza.

A ideia de um grande closet é bastante presente no design da loja. A intenção é que todos os produtos estejam sempre acessíveis para que o público escolha e experimente exatamente aquilo que tiver vontade, sem a necessidade de pedir ajuda para ninguém. É uma oportunidade para que as consumidoras experimentem até mesmo produtos que não teriam coragem de solicitar a um vendedor, simplesmente por acreditar que não iriam gostar.

Diversificação

O grande espaço, dividido entre as numerações dos sapatos, também conta com outros atrativos: a Shoestock Customizada, que possibilita a personalização de alguns produtos de acordo com o gosto da cliente, diversos acessórios e a Shoestockinha, produtos da linha infantil.

O público masculino também tem um espaço especial, com produtos diferenciados e específicos para o público. O design do espaço também é mais rústico, com sofás e uma TV para os consumidores ficarem à vontade. Fora isso, um café fica disponível na loja, com diversas bebidas e guloseimas. A intenção é, de fato, uma experiência completa.

Tecnologia

Por fazer parte do Grupo Netshoes, a loja também tem um DNA digital. O conceito de omnichannel foi totalmente aplicado: o estoque é integrado com o centro de distribuição da marca e o e-commerce. Assim, as consumidoras têm várias opções de acesso aos produtos: podem pedir online e retirar na loja, pedir na loja e receber em casa, além de adquirir produtos que não estejam disponíveis no ponto de venda diretamente na loja virtual.


Fonte: Portal No Varejo

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