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Tecnologia ajuda o varejista a aumentar a segurança na gestão de numerário

Uma pesquisa do Bank for International Settlements (BIS), publicada em março deste ano, aponta que o dinheiro em circulação no mundo passou de 7% a 9% do PIB entre 2001 e 2016 (somente Suécia e Rússia mostram evidências de substituição do dinheiro pelo cartão). No Brasil, ele aumentou de 2,7% para 3,7% do PIB no mesmo período. Nos próximos 20 anos, revela a consultoria Boanerges & Cia., a expectativa é que o dinheiro movimente mais de R$ 1,1 trilhão ao ano no Brasil, cerca de 17% do consumo privado.

Segundo a edição 2018 da pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, elaborada pelo Banco Central, 96% da população realiza pagamentos ou faz compras em dinheiro vivo, enquanto apenas 52% afirma fazê-los com cartões de débito e 46% cartões de crédito. O que contribui muito também com o uso do dinheiro nas compras é a publicação da Lei 13.455, de 2017, que autoriza varejistas a oferecer preços diferenciados para pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito e débito.

Apesar de uma série de vantagens (não há taxa de administração por transações, nem operação pela máquina, etc), aceitar dinheiro requer do varejista mais assertividade na segurança e nas operações internas de gestão de numerário. “Dessa forma, investir em tecnologia passou a ser essencial. Surgem no mercado novas soluções que avançam para auxiliar as operações e agilizar os processos, de forma que o varejista não só não perca com furtos e assaltos, mas também ganhe em produtividade com sua equipe de trabalho”, diz Adriano Sambugaro, diretor de Marketing da Gunnebo, empresa de origem sueca e referência no Brasil em proteção eletrônica no varejo.

Para Sambugaro o varejista precisa estar atento para não assumir, ainda mais, os custos de perda por furtos, roubos ou erros na operação. “Precisamos deixar para trás a insegurança quando o tema for gestão de numerários”, esclarece. A Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo 2018, elaborada pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas, apontou que o índice de perdas em 2017 foi de 1,29% do faturamento do setor, ou R$ 19,5 bilhões. Um total de 35% das perdas foram originárias de quebras operacionais e 39% de furtos (24% de furtos externos e 15%, internos).

Segurança para todos na loja – Na Serv Sin, rede supermercadista com duas lojas em Ribeirão Preto (SP), a segurança é levada muito a sério. “Trabalhamos com margens apertadas e todo ganho é fundamental. Assim, é necessário prevenirmos as perdas para que rentabilizemos ao máximo o nosso negócio”, declara Vinicius Guedes Sin, proprietário do supermercado.

A empresa adotou o cofre inteligente da Gunnebo em março último. Os resultados foram sentidos de imediato. Ao invés de duas horas diárias de conferência das cédulas em média, tudo passou a ser feito em questão de minutos. De dois funcionários, supervisor e conferente, na tesouraria, agora apenas um faz o serviço. “Todo o processo era muito demorado. Com o Intelisafe automatizamos tudo e, o melhor, já integrado ao nosso ERP. Agora, em questão de segundos, por meio dos relatórios, sei o quanto foi vendido e o total depositado”, diz Sin. Ou seja, como o empresário argumenta, a empresa ganhou em segurança e controle do numerário e ampliou a produtividade, já que o conferente passou a atuar em outro setor do supermercado.

Sincronia de todos os processos – O InteliSafe tem um software avançado, o Cash Control, que permite a sincronia de todos os processos, desde o depósito do dinheiro no cofre até o transporte ao banco. Há modelos de cofres para todos os varejos. O Intelisafe Lite é uma solução operacional ideal para o pequeno e médio varejo, como lojas de conveniência e drogarias, enquanto o Speed é destinado para médias empresas que lidam com grandes quantidades de dinheiro. Gerenciados por um data center, eles têm um contador de notas que contabiliza a soma total do que entra no caixa, evitando o erro humano.

Com o cofre inteligente, o varejista tem, de imediato, uma série de benefícios. Confira o que diz Adriano Sambugaro:

• Mais segurança, com malote homologado pelas transportadoras de valores e redução nos custos de coletas, custódia e seguros;
• Economia de tempo e dinheiro, como resultado de alta velocidade de processamento e menos trabalho de administração do back-office;
• Redução dos índices de erros manuais, como resultado de um processo simplificado de gestão de numerário, desde a caixa registradora até a instituição bancária;
• Maior produtividade, já que a equipe de funcionários pode se concentrar no atendimento aos clientes;
• Visibilidade em tempo real dos níveis de caixa, por meio de um software de monitoramento remoto – Cash Control;
• Maior tranquilidade em razão do sistema automático de detecção de notas e moedas falsificadas e processamento seguro com a identificação pessoal do usuário.

Fonte: Portal Newtrade

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