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Três pilares para melhorar o desempenho de uma loja

O varejo brasileiro caminha para o segundo ano de expansão no seu faturamento
real. Para 2019, a projeção é de aumento de 5,2%. Para a ShopperTrak, líder global
de inteligência de tráfego de clientes no varejo, as lojas físicas precisam aproveitar o
momento e focar na experiência de compra do cliente.

“Os hábitos dos consumidores estão mudando em um ritmo acelerado. Com isso, os
varejistas precisam promover um serviço de alto nível, seja qual for a jornada de
compra”, explica Marcelo Quaiatti, diretor da ShopperTrak no Brasil. “Para isso, é
preciso medir e incentivar o desempenho de cada estabelecimento”, destaca.
O executivo listou três princípios que devem ser levados em consideração pelos
varejistas e que garantem uma boa performance de loja.

1. Entender o caminho até a compra
Para Quaiatti, está cada vez mais difícil identificar os padrões de compra dos
consumidores. Os clientes não fazem mais jornadas diretas ao pesquisar e comprar,
o que dificulta as decisões de investimento dos varejistas. Por esse motivo, várias
lojas estão perdendo a oportunidade de monitorar quantas pessoas entram no
estabelecimento em determinado momento e reagir de acordo com esses dados.

Segundo a ShopperTrak, quase 50% dos varejistas não conseguem prever o tráfego
de clientes. Hoje, soluções de análise avançadas fornecem dados em tempo real
que, quando comparados a métricas importantes, oferecem informações sobre
áreas do negócio, como eficácia de promoções e taxas de conversão.

Com isso, os varejistas podem adotar uma abordagem com boa relação entre custo
e benefício, entregando aos consumidores uma experiência personalizada e de alto
nível e aumentando o volume de vendas.

2. Disponibilizar mercadorias e ter controle do estoque
A disponibilidade e a transparência do estoque podem fazer um varejista se
destacar da concorrência. Os consumidores de hoje demandam rapidez e não
hesitam em buscar outro estabelecimento se não estiverem satisfeitos. Um
gerenciamento eficaz de estoque também é essencial no nível operacional,
especialmente devido à pressão para que as lojas maximizem o retorno por espaço
físico em um período de alta de tarifas e de aluguel.

Segundo a ShopperTrak, apenas 40% dos varejistas gerenciam o desempenho e as
métricas de rotatividade do estoque de maneira consistente no nível de loja, o que
pode levar à perda de oportunidades de satisfazer o consumidor. Ter o produto
certo na hora certa e promover a visibilidade do estoque para toda a empresa são
medidas cruciais.

3. Empoderar os colaboradores da loja
Os funcionários são os ativos mais valiosos de um varejista, embora muitos deles
não sejam mobilizados de forma eficaz. De acordo com levantamentos da empresa,
os varejistas gastam 70% do tempo lidando com tarefas operacionais e utilizam
apenas 30% do horário para atender clientes.

Se o engajamento dos consumidores é o que faz uma experiência em loja se
destacar, um colaborador usaria melhor seu tempo ao oferecer ajuda e orientação
para compras ou cuidar para que as filas de pagamento não fiquem longas demais.
Os varejistas podem entender melhor a força de trabalho se também levarem em
consideração fatores como taxa de engajamento, eficácia dos turnos de trabalho e
relação entre custo laboral e vendas – antes de tentarem solucionar as ineficiências
que os impedem de prosperar.

Segundo Quaiatti, para melhorar o desempenho de uma loja, é preciso adotar uma
abordagem holística. “Os varejistas precisam avaliar todos os níveis do negócio para
identificar onde é possível aprimorar a eficácia operacional e de vendas”, explica.
“As empresas que geram informações sobre o estabelecimento a partir de dados em
tempo real, e avaliam seu desempenho, estão mais preparadas para modernizar as
operações e melhorar a qualidade do relacionamento com os consumidores”,
conclui.

Fonte: Newtrade

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