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Varejo Digital como estratégia de expansão nos mercados emergentes

É certo, líquido e definitivo. O varejo mudou. Consumidores não têm mais o mesmo comportamento de dez ou quinze anos atrás e muitos varejistas provaram a dor e a delícia da reinvenção.

Quando o assunto é expansão, incluindo aí os mercados interno e externo, podemos dizer que um novo cenário se colocou à frente dos gestores, tornando tais decisões igualmente estratégicas, só que agora influenciadas pelas tendências de mercado e preferências do consumidor.

O crescimento do varejo digital (e a invariável intensificação da concorrência) parece seguir a mesma onda de expansão das economias emergentes que permitem o acesso cada vez maior à Internet e forma um consumidor mais interessado, exigente e cheio de necessidades. Esse novo ciclo, por sua vez, pede das empresas uma presença global, com adequação de ofertas, variedade e qualidade de produtos e serviços.

E, como numa ciranda de crescimento, em que uma etapa alavanca a outra, varejistas e fabricantes podem ter, através dos canais digitais, uma oportunidade de crescimento sem precedentes. Não podendo esquecer, nunca, é claro, de uma análise cuidadosa de dados de mercado.

Realidade local

Compreender os consumidores locais precisa ser uma das primeiras lições de casa e passo essencial para moldar uma estratégia bem-sucedida. Estima-se que 50% da população mundial terá acesso à internet em 2025. Serão os filhotes da geração X, os jovens da geração Y e toda a conectividade que já faz parte de seus estilos e comportamentos. Imagine então como o processo de tomada de decisão do consumidor estará intrinsicamente ligado ao seu smartphone e às realidades locais/sociais vividas por esse consumidor.

Por esse motivo, é imperativo que as empresas considerem como os fatores demográficos diferem entre mercados emergentes e desenvolvidos e como essa nova geração tão conectada se traduz em cada clique de busca e de compra.

Como esse usuário acessa a Internet? Tem pacote de dados? Tem seu próprio celular ou compartilha seu equipamento? Prefere o desktop? Usa pontos de Wi-Fi nas horas de lazer? No trabalho? Em ambientes públicos?

A sua realidade

O meu cliente gosta de fazer compras online e confia nos canais? Em contrapartida, eu tenho soluções reais que possam confortá-lo a ponto dele não pensar em trocar de fornecedor ou fazer sua compra em outro site?

Em se tratando de realidade virtual atrelada ao mercado internacional é necessário, mais uma vez, adequar os serviços entendendo que muitas vezes será necessário investir em mudanças: incrementar a variedade de produtos, oferecer facilidade e baixo custo de remessa/devoluções, garantir entrega rápida e confiável e a segurança da transação de pagamento.

Diante esses fatos, estamos trabalhando com a hipótese de repaginar os projetos e possível reestruturação completa do seu canal de e-commerce? Ou repensar nos parceiros atuais (ainda que eles sejam ponta firme mas não sirvam para a nova realidade que virá?).

Todas essas possibilidades precisam estar de alguma maneira consideradas no seu projeto de expansão. O momento certamente é muito promissor por toda a confluência de fatores já citada mas nada impede que seu projeto espere o momento ideal depois de validado e com todas as projeções e análises feitas.

Afinal, os erros, apesar de necessários, continuam saindo muito caro.

 

Fonte: Portal NDEV

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