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FCDL/SC integra Conselho de Infraestrutura de Transporte

Evento acontece na quarta-feira, 17

O presidente da FCDL/SC, Ivan Roberto Tauffer, prestigiou a fundação do Conselho Estratégico para Infraestrutura de Transporte e a Logística Catarinense na quarta-feira, 17 de outubro.

O objetivo do grupo é apontar as regiões mais carentes de infraestrutura, indicar os investimentos nas regiões produtoras, auxiliar o governo estadual com informações e apresentar as necessidades e as prioridades para manter a produção, manutenção das rodovias e ampliação nos portos do Estado.

As entidades que integram o COFEM já anunciaram que vão aderir ao Conselho que será coordenado pela Fiesc. Integram o COFEM, além da FCDL/SC e da Fiesc, as Federações do comércio (Fecomércio), da agricultura (FAESC), dos transportes (Fetrancesc), das associações empresariais (FACISC) e das micro e pequenas empresas (Fampesc). Ao todo, mais de 20 instituições que representam o setor produtivo e a sociedade civil já aderiram ao fórum que visa contribuir com as diretrizes de uma política estadual de transporte e logística e acompanhar a sua implementação.

A Fiesc, por meio do Monitora Fiesc, acompanha 53 obras no Estado, das quais 90% estão com prazo expirado ou andamento comprometido. Elas totalizam R$ 7,47 bilhões, das quais oito são do modal aeroviário (R$ 1,2 bilhão), quatro do aquaviário (R$ 331 milhões), sete do ferroviário (R$ 139 milhões) e 34 do modal rodoviário (R$ 5,8 bilhões).

O secretário de Estado de Infraestrutura, Paulo França, lembrou que a infraestrutura é o elo que gera desenvolvimento econômico e social. “Os investimentos que precisam ocorrer para permitir o desenvolvimento são muito maiores do que as condições que o Estado e o próprio país têm”, explicou durante o evento. O secretário afirma que é preciso organizar os recursos para utilizá-los dentro das modalidades, seja de financiamento, de concessão, com recursos próprios ou parcerias.

“Com uma agenda única, fica mais clara a questão de recursos e prioridades. Não tenho dúvida que se conseguirmos trabalhar com essa meta, fica mais fácil alcançar os objetivos”, avalia.

Em relação à matriz de transportes, em Santa Catarina, 68,7% é modal rodoviário, 18,6% aquaviário, 9,7% ferroviário, 2,9% dutoviário e 0,1% aeroviário. O Orçamento Geral da União (OGU) e PAC para infraestrutura de Santa Catarina no período de 2008 a 2017 previa R$ 11,7 bilhões, mas foram efetivamente pagos R$ 5,2 bilhões, dos quais 53% do valor foram aplicados no trecho sul da BR-101.

A falta de infraestrutura adequada afeta a segurança das pessoas. Dados da Escola Nacional de Seguros mostram o custo social dos acidentes no estado: de 2005 a 2015 estima-se que o valor foi R$ 21,5 bilhões. Além disso, 1/3 do orçamento dos hospitais dos grandes centros urbanos de SC é gasto somente com acidentes de trânsito.

Com informações: Fiesc

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