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Consequências da Greve

A greve dos caminhoneiros, entre 25 de maio e 02 de junho, provocou perdas e deixou lições. Passados mais de 30 dias do término da paralisação, o IBGE divulgou que a indústria de Santa Catarina foi a terceira mais prejudicada do país, com queda de 15% em sua produção, só atrás do Mato Grosso e Paraná. A agroindústria, um dos principais pilares da economia catarinense, teve a cadeia produtiva desarticulada e precisará de pelo menos um semestre para recuperar o equilíbrio. Em dezenas de cidades médias e pequenas do nosso estado, essas agroindústrias são as principais empregadoras e o elo com centenas de produtores rurais, fornecedores de aves e suínos. O desemprego ou o sistema de lay-off, a suspensão temporária do contrato de trabalho, têm um impacto dramático no varejo. E mais: a greve interrompeu uma sequência de baixa da taxa de inflação e elevou os preços dos produtos primários, aqueles que são mais essenciais às famílias brasileiras. Entristece-nos saber que todo esse sacrifício (quem não se lembra dos milhares de litros de leite desperdiçados diariamente?) não significou a solução dos problemas do setor, legítimos e procedentes. O preço dos combustíveis não alterou significativamente e não há expectativa em médio prazo de que serão retomados os investimentos em infraestrutura, recuperando as rodovias e implantando ferrovias, entre outros. Na ponta, o varejo – e posteriormente o consumidor – estão pagando a conta daquele movimento. Ou seja, talvez a greve não tenha sido a melhor opção para resolver as demandas do setor. Também permanecem vivas na memória as cenas de violência e intimidação dos dias finais da greve, por obra de radicais infiltrados, com interesses políticos e partidários. O segundo semestre será marcado pelas eleições e as soluções estão em nossas mãos. Precisamos do amplo debate das ideias, da serenidade e do bom-senso, para defendermos valores como a livre-iniciativa, o empreendedorismo, o Estado enxuto e eficiente, a meritocracia e a economia sustentável são saídas tão óbvias quanto inevitáveis.

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